terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

borboleta que sou...

Não importa o quanto às vezes seja difícil, 
o quanto às vezes eu me atrapalhe, 
o quanto às vezes eu seja a densa nuvem 
que esconde o meu próprio sol, 
quantas vezes seja preciso recomeçar: 
combinei comigo não desistir de mim!


por isso...




Eu sigo a seguir a inconclusão das rotas,

insistindo em retirar a vida da mira do tempo

 
e descobrindo a arte de reconciliar os 



contrários.





Já não faço mais casulos.

 
Nasceram-me asas 


e preciso voar!














segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

uma dose de decepção.

Copo, cubos de gelo e um tanto de álcool.
Whisky ou vodka?
Tanto faz, tanto faz...
O importante mesmo era beber até adormecer as dores.
 
Fiquei ali sentada, não sei quanto tempo olhando para os cubos de gelo amontoados e no fundo do copo um pouco de decepção. 
Tenho a vaga impressão de quis fugir daquela desolação, mas fiquei.
Sem envolvimento, sem fuga. 
Continuei ali parada, acho que baixei a cabeça, não lembro... 
O que lembro muito bem é que o meu coração se refugiou no primeiro espaço vago que encontrou.