terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

borboleta que sou...

Não importa o quanto às vezes seja difícil, 
o quanto às vezes eu me atrapalhe, 
o quanto às vezes eu seja a densa nuvem 
que esconde o meu próprio sol, 
quantas vezes seja preciso recomeçar: 
combinei comigo não desistir de mim!


por isso...




Eu sigo a seguir a inconclusão das rotas,

insistindo em retirar a vida da mira do tempo

 
e descobrindo a arte de reconciliar os 



contrários.





Já não faço mais casulos.

 
Nasceram-me asas 


e preciso voar!